Em meio às ruas históricas do bairro de Nazaré, em Salvador, um amplo jardim acolhe histórias de vida. Ali, onde o som das árvores se mistura ao canto dos pássaros, está a Clínica Florence — o primeiro hospital de cuidados paliativos do Norte e Nordeste, fundado em 2017 com a missão de devolver dignidade, conforto e humanidade a quem enfrenta momentos delicados da vida.
Com 94 leitos e uma infraestrutura cuidadosamente planejada para unir tecnologia e acolhimento, a Florence é mais do que um hospital: é um “lar”temporário para pessoas que precisam de reabilitação intensiva ou estão em fase final da vida.
A arquitetura e os espaços foram pensados para que cada paciente se sinta cercado por cuidado e tranquilidade — janelas amplas, áreas verdes e espaços de convivência que lembram mais uma casa do que uma instituição de saúde.
Mas o que realmente diferencia a Clínica Florence vai além das paredes. O diferencial está nas pessoas. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, dentre outros, trabalham de forma integrada, não apenas para tratar sintomas, mas para ouvir, compreender e respeitar os desejos de cada paciente e sua família.
“Cuidar não é apenas tratar uma doença. É olhar para o ser humano em sua totalidade — física, emocional, social e espiritual”, explica o cardiologista Lucas Andrade, um dos idealizadores da clínica.
E a médica Yanne Amorim complementa: “Nosso propósito é aliviar o sofrimento e garantir que cada pessoa viva esse momento com conforto e significado.”
Nos quartos, familiares podem permanecer junto aos pacientes, participando do processo de cuidado. A rotina é adaptada de acordo com as necessidades individuais, permitindo até pequenas celebrações — como aniversários.
Desde sua fundação, a clínica tem se tornado referência na Bahia e em toda a região Norte e Nordeste.

























