Uma tendência preocupante tem chamado a atenção de especialistas em saúde nos Estados Unidos: o aumento da busca pelo bronzeado intenso entre jovens da Geração Z, mesmo diante dos alertas sobre os riscos de câncer de pele e envelhecimento precoce.
Impulsionados por tendências nas redes sociais, especialmente no TikTok e Instagram, muitos jovens têm compartilhado rotinas de exposição prolongada ao sol e até o uso de câmaras de bronzeamento artificial. O movimento preocupa dermatologistas, que alertam para os danos causados pela radiação ultravioleta (UV), principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele.
Pesquisas recentes mostram que apenas 25% dos integrantes da Geração Z demonstram preocupação com a possibilidade de desenvolver câncer de pele ao longo da vida. Além disso, cerca de 20% afirmam considerar mais importante estar bronzeado do que prevenir a doença.
Especialistas destacam que a desinformação nas redes sociais contribui para esse cenário. Muitos jovens acreditam em mitos como a ideia de que o bronzeado é saudável ou que uma pele já bronzeada estaria mais protegida contra queimaduras solares. Estudos apontam que boa parte da Geração Z acredita em informações sem comprovação científica relacionadas à exposição solar e ao uso de protetor solar.
Entidades de saúde reforçam que não existe bronzeado seguro. Tanto a exposição excessiva ao sol quanto o bronzeamento artificial aumentam significativamente o risco de melanoma, considerado o tipo mais agressivo de câncer de pele. O alerta é para que a população mantenha hábitos de fotoproteção, utilize protetor solar diariamente e evite a exposição aos raios solares nos horários de maior intensidade.




















