Nos últimos meses, a Tadalafila, conhecida popularmente como “Tadala”, tem ganhado espaço no mercado e se tornado uma alternativa ao Viagra. O medicamento, indicado para disfunção erétil e hipertensão arterial pulmonar, age de forma semelhante ao famoso comprimido azul, mas com algumas diferenças que explicam sua crescente popularidade.
A principal vantagem da Tadala em relação ao Viagra (Sildenafila) está na sua duração prolongada. Enquanto o Viagra tem efeito médio de 4 a 6 horas, a Tadalafila pode permanecer ativa no organismo por até 36 horas, proporcionando mais flexibilidade para o usuário. Além disso, muitos consumidores relatam menos efeitos colaterais, como dores de cabeça e rubor facial, comuns na Sildenafila.
Outro fator que impulsionou a ascensão da Tadala foi a queda no preço, com o fim da patente exclusiva de grandes farmacêuticas, permitindo que genéricos mais acessíveis chegassem ao mercado. O boca a boca e a viralização do tema nas redes sociais também ajudaram a popularizar o medicamento, fazendo com que ele se tornasse uma tendência entre os consumidores.
No entanto, médicos alertam para os riscos do uso indiscriminado do medicamento, especialmente sem prescrição. O uso excessivo ou sem necessidade pode causar efeitos adversos graves, como queda brusca da pressão arterial, priapismo (ereção prolongada e dolorosa), problemas cardiovasculares e interações perigosas com outros medicamentos. Pessoas com doenças cardíacas ou que fazem uso de medicamentos à base de nitrato devem evitar o uso sem orientação profissional.
Diante da crescente popularidade da Tadala, especialistas reforçam a importância do acompanhamento médico para garantir um uso seguro e responsável do medicamento.